sexta-feira, 8 de abril de 2022
TRENS DE SOCORRO Por Wilson PS A ilustração retrata um acontecimento comum em qualquer Estrada de ferro, um acidente ferroviário, no caso um descarrilhamento, e a equipe de socorro em ação. Um trem de socorro com o seu equipamento principal, o guindaste, sempre era deslocado com urgência ao local do acidente quando acionado. Conforme a necessidade um, ou dois guindastes eram utilizados, em casos raros e extremos, até mais - porém, na maioria dos casos apenas uma equipe de trem de socorro com um único guindaste era suficiente. ALeopoldina como uma grande Estrada de ferro que abrangia três Estados da federação, o Rio de Janeiro, o Espírito Santo e Minas Gerais possuia várias equipes de trens de socorro espalhadas em toda a sua extensão, em pontos estratégicos. Algumas desses trens de socorro eram desprovidos de guindaste, serviam como equipes de apoio a uma ocorrência. Essas equipes também atuavam sozinhas, sem guindaste, utilizando-se de potentes macacos manuais e hidráulicos com auxílio de "fogueiras de dormentes". O trem especial de socorro convencional, de prontidão na sua base em algum ponto estratégico, sempre pronto a atender alguma ocorrência que necessitasse o seu deslocamento com o seu poderoso guindaste, partia com urgência em direção ao local do acidente. Enquanto equipes de via permanente preparavam a via danificada para a chegada do Socorro e local a ser posicionado o guindaste. Aqui na ilustração, o artista trás à memória uma cena que traduz com clareza um sinistro onde um destes saudosos trens especiais da saudosa Leopoldina está em plena operação, dedicando este trabalho aos amigos que trabalham nos trens de socorro. Este serviço, além de essencial atraia e ainda atrai multidões às margens da via férrea para assistirem as operações de resgate ferroviário.
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